segunda-feira, 9 de julho de 2012

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Colheita Semanal: FanMade [Fanfic]


Olá Tributos hoje é segunda dia de FanMade na Colheita Semanal. Nesta semana iremos postar uma Fanfic feita pela Tributo LuliMel (Nyah), cuja o foco e o casal mais amado da trilogia Peetniss. A história se passa entre o capítulo final e o epílogo, confira:

CONSTRUINDO A PAZ EM PANEM!

Essa é uma história para os apaixonados por Peetniss! Tento ser o mais fiel possível às personagens e à história do livro. Espero que gostem, pois estou amando escrever esta Fic!
Katniss Everdin foi o Tordo, o símbolo da revolução. Mas, agora em tempo de reconstrução de toda a Panen, em tempos de construir a paz e mante-la, o governo precisa de um novo símbolo. Um novo marketing! E ninguém melhor para simbolizar a paz, a reconstrução e a esperança, do que aquele que foi a esperança do próprio Tordo: Peeta Mellark!
Ah! E tudo isso envolvido em um clima de puro romance! ;-)
Esta fanfic é inspirada, e baseada, na trilogia Jogos Vorazes, de Suzanne Collins. As personagens, e cenários, pertencem a autora.
Minha fic está situada entre o capítulo final e o epílogo do livro A Esperança.

Cap 1 -Decidindo Recomeçar!

“Peeta e eu voltamos a conviver. Ainda há momentos em que ele agarra as costas de uma cadeira e se segura até que os flashbacks tenham passado. Acordo de pesadelos com bestantes e crianças perdidas. Mas seus braços estão lá para me consolar. E por fim, sua boca. Na noite em que sinto aquela coisa novamente, a ânsia que tomou conta de mim na praia, sei que isso teria acontecido de um jeito ou de outro. Que aquilo de que necessito para sobreviver não é o fogo de Gale , aceso com raiva e ódio. Eu mesma tenho fogo suficiente. Necessito é do dente-de-leão na primavera. Do amarelo vívido que significa renascimento em vez de destruição. Da promessa de que a vida pode prosseguir, independente do quão insuportável foram as nossas perdas. Que ela pode voltar a ser boa. E somente Peeta pode me dar isso.
Então, depois, quando ele sussurra:
–Você me ama. Verdadeiro ou falso?
Eu digo a ele:
–Verdadeiro.”
Trecho retirado do livro Esperança, de Suzane Collins.

Sim! Verdadeiro! Eu o amo! Cada parte de mim o ama! Amo seu sorriso, sua generosidade, sua gentileza, sua capacidade de perdoar, seu sincero amor por mim, sua dedicação e sua capacidade de ser reerguer, de se reconstruir, de não deixar-se sufocar por nossas amargas experiências. Peeta é mais forte que eu. Constante em seus sentimentos e objetivos. Constante em lutar por minha segurança, mesmo quando foi programado para me matar. Ele é a rocha, e eu as ondas, que são impelidas por variações da lua e do tempo. Ele permanece, eu oscilo. Meus sentimentos vacilaram, mas sempre soube que podia contar com o seu amor. Então eu conto! Cada dia faz sentido porque ele está comigo, presente, me amando, me consolando, me ajudando a reviver.
Então quando me lembro do que foi dito por Gale, enquanto ele e Peeta conversavam a meu respeito, que eu iria “escolher aquele sem o qual eu achava impossível sobreviver”, passo a admitir que ele tivesse razão. Não posso sobreviver sem o Peeta! Mas, não é só isso que me mantém junto a ele. É que junto a ele, não tenho apenas uma sobrevida, mas uma enorme possibilidade de voltar a viver, de acreditar que ainda poderei ser feliz, e principalmente, acreditar que poderei fazê-lo feliz. Penso então, que abandonei o ódio que me moveu em tempos de luta, que abandonei o desejo de vingança, o egoísmo, a ira impregnada em mim, e passei a mover-me motivada pelo amor de Peeta, e por amor a ele. Irei ama-lo como ele merece ser amado!Por ele, e por nós tentarei deixar o passado passar, seguirei em frente.
E, com esse propósito em mente, acordo decidida a fazer minha parte nesse relacionamento, e mimá-lo um pouco. Fico alguns minutos contemplando-o dormir. Ele é tão lindo! Por dentro e por fora! 
Em pensar que quase o perdi. Que quase desisti dele quando ele pensou me odiar, devido ao telessequestro. Ele jamais teria desistido de mim! Haymitch tinha razão! Se bem que, penso que fui motivada pelo despeito, pelo ressentimento, e por medo de perdê-lo. Antecipei-me a ele, tentando demonstrar que não me importava que seguiria adiante pela causa, sem ele. Grande equívoco o meu. Eu sempre me importei! Importei-me quando fui abraçá-lo e ele tentou me matar. Doeu quando ele falou-me que não entendia ser tão apaixonado por mim, pois eu nem era tão bonita assim. Doeu cada olhar de ódio ou desconfiança que ele me deu. Doeu vê-lo se machucando para tentar não me machucar. Doeu quando percebi que poderia estar interessado pela Annie. E, principalmente, doeu demais vê-lo desejando que o matássemos para que ele não ferisse mais ninguém.
Suspiro profundamente, e repito mentalmente: - “Isso é passado Katniss! Vivamos um dia de cada vez! Você está aqui! Peeta está aqui! Vocês estão vivos! Juntos! Sobreviveram a uma edição dos Jogos Vorazes, a um Massacre Quaternário, a uma revolução conta a Capital, à perda de família e amigos, a um telessequestro, a minha quase loucura, e a muitas feridas, no corpo e na alma. Sobreviveram! Isto é, sobrevivemos! Juntos! Um dia de cada vez!”
Dou um beijo em seu rosto e levanto-me com cuidado, para não acordá-lo. Escolho uma roupa leve, um pouco mais colorida do que as que eu estava usando até então. Prendo meus cabelos, escovo os dentes e fito-me no espelho. Arghhh! Preciso livrar-me, com urgência, dessas olheiras exageradas que tem feito parte de minha aparência nos últimos meses. Bom, pelo menos as cicatrizes, no rosto e pescoço, estão um pouquinho menos evidentes. Passo um gloss labial, um luxo que há muito não me permitia, ensaio um sorriso, e desço para preparar nosso café da manhã. 
Sinto-me um pouco impotente diante dos ingredientes dispostos a minha frente. Há tempos não cozinho nada. Aliás, cozinha nunca foi meu forte. Até então, Peeta é quem estava preparando nossas refeições, com ou sem o auxílio de Greasy Sae. Mas, é isso o que eu quero! Abandonar o papel de sofredora, vítima das circunstâncias, tornar-me novamente ativa. Retornar ao mundo dos vivos e produtivos!
Preparo algumas torradas com os pães feitos ontem, por Peeta. Faço ovos mexidos com presunto. Suco de frutas. E, para incrementar um pouquinho, faço umas panquecas e cubro com uma geléia de morangos que estava na geladeira. Essa mudança de rotina me fez bem. Quando percebo, estou cantarolando uma música que meu pai cantava para mim, que fala sobre tornar maldições em bênçãos, mudar nossa sorte, e coisas do tipo. Preparo uma bandeja para levar para o quarto e fazer uma surpresa para o Peeta, mas quem me surpreende é ele, chegando de mansinho e vendo-me montar a bandeja, encostado, com os braços cruzados, no batente da porta. A expressão no seu rosto é um misto de surpresa e dúvida. Ele sorri quando me assusto.
– Continue cantando! Estava bonito!–Ele me diz.
–Ahhh! Eu queria fazer uma surpresa! Iria levar o café pra você, mas já que está aqui... Tarammmm! –estendo os braços e mostro a bandeja- Eis o seu café da manhã! –Sorrio um pouco envergonhada por ter sido pega de surpresa.
–É alguma data especial? Esqueci-me de algo? –Ele pergunta, caminhando em minha direção e me dando um abraço.
Aconchego-me em seus braços e fico quietinha desfrutando o momento. –É sim! Hoje é o dia em que eu decidi deixar o passado para trás, literalmente. Decidi parar de ficar concentrada em minhas perdas e concentrar-me em nós, no nosso futuro.
Ele afasta um pouco seu rosto e me olha com carinho. – Fico feliz por você sentir-se melhor. Mas, você sabe que não há pressa, NE? Você pode usar todo o tempo que for necessário para se recuperar. Eu estarei aqui. Sempre!
–Eu sei! Mas, e você? Quando usará algum tempo para se recuperar, para investir em você?
–Eu me curo estando ao seu lado! Para mim, você é o melhor investimento! – Ele me abraça bem apertado. – Você aqui, comigo, é o sonho de uma vida inteira Katniss. É muito mais do que eu mereço!
Eu o interrompo. – Não vamos entrar nessa questão de mérito, pois senão estarei enrolada! –Falo isso saindo, com pesar, do seu abraço, e indicando a mesa, para tomarmos nosso café.
–E então, gostou? – Pergunto apontando minha obra culinária. Faço uma carinha de coitadinha e acrescento: – Poderia não me falar se algo estiver ruim? – Começo a rir.
–Você acha que eu ganho um café da manhã desses, tão caprichado, feito por você, e ainda vou reclamar?! Deve estar tudo ótimo!
E, nesse clima festivo, mais alegre do que estivemos nos últimos tempos, tomamos nosso café.
–Eu já te disse hoje o quanto você está linda? 
–Não! Pode me elogiar bastante! Depois que você falou que eu não sou tão bonita assim, vai ter que me elogiar pelo resto da vida! – Começo a rir, mas me arrependo ao ver sua expressão de tristeza. Não! Não acredito que falei essa idiotice. Céus! Não era eu quem estava deixando o passado para trás? Tento consertar. – Desculpe-me! Desculpa! Desculpa! Eu sou uma boba mesmo. Eu...
Ele balança a cabeça, e me interrompe:- Não pense que eu acreditava no que te dizia. Eu queria apenas te ferir. Tentavam me explicar o meu amor por você, mas eu não conseguia entender como eu podia amar tanto alguém que não me amava.
Corro e ajoelho-me ao seu lado, abraçando-o. – Mas, eu te amava! Eu te amo! Só não sabia tinha consciência do quanto eu te amava!
Ele me abraça enquanto eu choro. – Hei! Não chore! Começamos o dia de maneira tão especial hoje. Não vamos estragá-lo com memórias dolorosas. Estamos juntos agora. Para sempre!
Então ele me beija. O beijo mais doce, mais quente, mais perfeito de todo o mundo. É incrível o poder que suas palavras sempre exerceram sobre mim. Quando ele fala tenho a certeza que tudo ficará bem. Em seu abraço, ou quando nos beijamos, sinto que estou em casa. Que entre seus braços é o melhor lugar do mundo para se estar.
–Mas, que fique claro! –Eu falo enquanto nos beijamos. - Eu te amo! Você acredita. Verdadeiro ou falso?
Ele sorri, se afastando um pouco. – Verdadeiro! Totalmente verdadeiro!
Ufa! Ele acredita no meu amor. Mas, se não acreditasse eu gastaria cada energia que possuo para provar meus sentimentos por ele. Quero que Peeta sinta-se seguro em relação a mim. Não somos mais um grande golpe publicitário da Capital. Não somos mais os amantes desafortunados do 12. Somos Katniss Everdeen e Peeta Mellark, uma mulher e um homem iniciando juntos uma vida nova.
E é abraçados, envolvidos por essa áurea romântica que Greasy Sae nos encontra na cozinha.
–Bom dia, meninos! Vejo que já tomaram o café da manhã. -Ela nos cumprimenta um pouquinho constrangida, talvez temendo ter chegado em um momento inconveniente.
–Bom dia! – Peeta e eu a cumprimentamos um pouco encabulados. E Peeta acrescenta:- Você chegou em boa hora para tomar o café conosco. Já estávamos terminando, mas podemos ficar um pouquinho mais pra te fazer companhia.
_ Ah! Obrigada, garotos! Vocês são mesmo fofos! Mas, eu já tomei meu café, porque saco vazio não para em pé, e no meu caso, nem consegue se por em pé. – Ela nos diz sorrindo, enquanto coloca o avental e começa a nos expulsar da cozinha. –Vão ver o dia, como está bonito para uma caminhada!
Enquanto nos dirigimos para a sala Peeta me pergunta sobre minha “agenda” para o dia. Bufo e faço uma cara meio engraçada. – Só para variar, nada! Talvez possamos continuar com o nosso livro de memórias...
Ele senta-se no sofá, me puxando para o seu colo. – Pensei em aproveitarmos o seu novo ânimo e fazermos algo diferente. – Ergo a sobrancelha em sinal de questionamento. Ele continua: – Talvez possamos andar pelo distrito e ver, mais de perto, como anda a reconstrução. Também gostaria de ir até a padaria, ou o que sobrou dela. – Percebo um lampejo de tristeza em seu olhar e pergunto – Isso irá te fazer bem? Eu digo, ir até a padaria... Você não acha que estar presente lá te trará lembranças muito dolorosas?
Ele me estreita em seus braços, suspira e descansa a cabeça em meus ombros. –Eu não sei como irei me sentir. Mas, eu realmente preciso ir até lá. É mais uma parte de mim, de minha história que está nublada em minha mente. Preciso montar o quebra-cabeça e até chorar a perda de minha família. Eles fazem falta, Katniss.
Acaricio seus cabelos - Eu sei! Eu imagino! Seu pai sempre foi uma pessoa muito agradável. Eu conhecia pouco seus irmãos, mas sei que vocês eram próximos. Você e sua mãe... – Começo a indagar um tanto receosa.
Ele levanta a cabeça e sorri, olhando em meus olhos. –Não precisa se constranger ao mencionar minha mãe, Katniss. Não éramos próximos, nem tínhamos muitas afinidades, mas ela era minha mãe, afinal. Ela tinha suas dores, suas frustrações, e às vezes descarregava em mim e nos meus irmãos, mas nada que não pudéssemos suportar. Ela era amarga todo o tempo! Hoje eu a entendo um pouco melhor.- Entende? –Pergunto bem curiosa. – É! Fico imaginando que não deveria ser fácil para ela saber que meu pai casou-se com ela por haver sido preterido pela sua mãe. É como se ela se sentisse sempre como a segunda opção, e nada superasse esse fato. – Penso por alguns segundos. – Você acha que ela sabia? – Peeta fecha os olhos por um momento, torce os lábios e responde:- Penso que sim! Nosso distrito é pequeno, e... –Ele hesita. - Não sei! Mas tenho quase certeza que minha mãe ouviu-me perguntar para o meu pai sobre a sua mãe. Realmente não sei! Fiquei tão encantado com a história que meu pai contou-me, que quis explorar cada detalhe dela... Depois daquelas conversas ela mudou com meu pai, e mais ainda, comigo. É como se eu tivesse sido o portador de uma notícia ruim...
Tento consolá-lo. –Mas, você não teve culpa! Era só uma criança curiosa. Seu pai não deveria ter te contado! –Ele sorri e responde: - Não é questão de ter ou não ter culpa, Katniss. É somente o fato de ela ter descoberto que se casou com alguém que gostava de outra pessoa. É só questão de se sentir como estepe, como segunda opção. E odiar o mensageiro dessa “boa nova”.
Nesse momento uma questão se instala em minha mente. Parece absurda, mas preciso saber! –Peeta, essa história da sua mãe se sentir como estepe, como segunda opção... Você não acha que você é minha segunda opção, neh?
Ele aperta os olhos, finge que pensa, puxa minha trança, sorri e pergunta: – Sou?
Suspiro, olhando para o alto. Retribuo o puxão em minha trança, apertando seu nariz. –Não! Você não é minha segunda opção! Você é minha melhor opção. Não posso viver sem você, seu bobo!
–Era isso que eu queria escutar! –Ele diz, me beijando. –Mas, então? Não estávamos indo andar pelo distrito? –Ele pergunta cheio de charme. E eu respondo, entrando no jogo: - Não senhor! Você estava me dizendo que pretendia me convidar para andar pelo distrito, Sr Mellark! Até agora só recebi a notícia. Nada de convite!
Ele me ergue do seu colo, levanta-se do sofá, e me puxa porta afora. – Srta Everdeen, você me daria a honra de andar, de mãos dadas, comigo pelas construções do distrito? Sabia que eu sempre sonhei em andar com você assim, de mãos dadas, por todo o distrito, mostrando pra todo mundo que eu havia conquistado o amor de minha vida, a moça mais linda de toda PANEM...
– Nem sou tão bonita assim, pra você se apaixonar por mim... –Provoco. Ele me olha com cara de deboche e me beija, novamente. –Você terá que me beijar muito, senhorita, para eu deixar esta provocação passar batida...
Seguimos de mãos dadas, caminhando em direção ao centro do distrito. Felizes por estarmos juntos, mas creio que Peeta, como eu, estava indagando acerca de como encararíamos os lugares com tantas memórias, com tantos mortos queridos... –Um dia de cada vez, Katniss! Um dia de cada vez! –Sigo recitando em minha mente, esse verso que se tornou constante em minha vida. Em minha nova vida!


Para você que gostou da Fanfic feita pela Lulimel fiquem de olho no Facebook dela, no perfil ela posta a continuação desta história que é dividida em vários capítulos. Espero que tenham gostado da FanMade desta semana e se você tiver alguma Fanfic, Imagem ou algo relacionado a Jogos Vorazes e quiser compartilhar com nós, mande para o e-mail gerente@jogosvorazes.net. Até a próxima!

25 Comentários neste post!

  1. Lucas Mendes disse... 9 de julho de 2012 11:50

    Muito alegre

  2. L. Mastelini disse... 9 de julho de 2012 11:59

    Everdin?

  3. Karem B. disse... 9 de julho de 2012 13:13

     


    Eu gostei muito! Parabéns. Sim. É diferente do livro
    Esperança, é bem mais feliz, (afinal é entre o fim e o epílogo,  a parte mais feliz do livro) e espera-se e
    imagina-se que eles tenham vivido esses anos de maneira feliz, pois isso é
    possível e a autora deixa isso bem claro.  

  4. Luiza disse... 9 de julho de 2012 15:12

    Eu também não gostei. Um final MUITO feliz não combina com a trilogia. E acho que Peeta e Katniss não são aquele casal melosinho que é descrito na fanfic. Como o Lucas disse, muito "alegrezinho". Acho que não foi retratado o espírito das personagens... Enfim, valeu a tentativa, mas não me conquistou :/ 

  5. fernanda caroline disse... 9 de julho de 2012 20:32

    Nada a ver isso ai tá muito "alto astral", a Katniss não faz o tipo sonhadora e perdidamente apaixonada, ela é prática e independente. Ai tá parecendo até que ela tomou Amortentia, aquela poção do amor que o Rony toma sem querer, em Harry Potter e o Enigma do Príncipe...

  6. LuliMel disse... 9 de julho de 2012 21:11

    Obrigada pelos comentários, pessoal! Como eu disse é baseada no livro, não é a continuação do mesmo. Seria muita pretensão minha querer tanto. Mas, nem sempre experiências ruins determinam um futuro sombrio. Principalmente, onde há o amor, há chance de se recomeçar. Quem sabe a Katniss não tenha enveredado por este caminho, hein? Porque de boba ela não tem nada! Ela é uma sobrevivente! E, sobreviventes se adaptam! É a seleção natural!  De qualquer maneira, como eu anunciei é para os apaixonatos por Peetniss, que desejam, como eu, muiiito romance.

  7. @hotmail.com disse... 9 de julho de 2012 22:01

    Ah, eu gostei bastante! Um pouco de romance não faz mal pra ninguém! E não é a continuação do livro, é uma fic, então que mal há em fazer Peetniss felizes?

  8. Jodi disse... 9 de julho de 2012 22:03

    Estou feliz da vida com essa fic. Peeta e Katniss podem não ser tão felizes assim, mas eu amaria que fossem. E se eu fosse escrever uma fanfic, escreveria uma igual a essa! Amei!

  9. Kessy Borges disse... 9 de julho de 2012 22:36

    As pessoas que imaginaram o começo da história com esse casal não queriam menos que o amor... e essa fanfic retrata exatamente isso... é melosa mas é assim q tem que ser... fanfic's são pra ser como nós imaginarmos... a história real pode ser dramática mas a Lulimel criou um mundo onde a Katniss e o Peta puderam em fim ter a paz que queriam e o amor que mereciam...

    PARABÉNS!!!

  10. Giovanna Souza disse... 10 de julho de 2012 06:47

    Foda-se os que pessoas sem 'Peetniss' no coração acha. EU AMEI A FIC E LI ELA TODA EM UM DIA SÓ *-*

  11. LuliMel disse... 10 de julho de 2012 08:30

    Fico feliz por estarem lendo e comentando a fic. É claro que eu gostaria de ter agradado a todos, mas isso nunca foi uma possibilidade. Nem pra mim, nem para qualquer outra pessoa! No final das contas, importa é que muitos estão gostando, e desfrutando, comigo, de um pouco de romantismo e felicidade! E é para essas pessoa que como eu, amam Peetniss bem feliz que eu continuo a escrever esta fic. Quem sabe, num outro dia, em outra época, eu me anime, ou me desanime, e passe a escrever algo um pouco mais sobrio...Tudo é uma possibilidade! Só uma questão de humor, e oportunidade!
    Abraços carinhosos a todos! Todos mesmo! Incluindo os que odiaram a fic!

  12. Nine disse... 10 de julho de 2012 08:37

    Amei! Me apaixonei! Me encontrei! Fic maravilhosa demais! Já estou no cap 19, e olha q eu comecei a ler ontem!

  13. Talita disse... 10 de julho de 2012 08:38

    Que fofa!!!!! Que mel!!! Todo mundo deveria ter uma chance de recomeçar! Amando a fic!

  14. Karem disse... 10 de julho de 2012 10:28

    Quem
    acha que a Katniss e o Peeta não viveram de modo feliz, não entendeu o que a Suzanne
    Collins quis transmitir! Sim, ela nos quis mostrar que sempre há uma
    saída, sempre há uma esperança. Eu tal como Suzanne
    Collins, também perdi meu Pai tão amado e admirado, mas pude ser
    feliz, não quero dizer que sei como Suzanne
    Collins se sente e nem que tivemos experiências semelhantes,
    provavelmente foram bem diferentes. Mas ela quis sim deixar bem claro que é
    possível continuar e voltar a ser feliz mesmo com os muitos problemas, que são
    invitáveis! 

  15. Euni disse... 10 de julho de 2012 11:47

    Que charmosa, essafic. Finalmente saiu aquela sensação de coração apertado que fiquei ao ler A Esperança. É bom ver os dois felizes! Sem contar que a autora dá margem para essa interpretação.
    Amei! Virei fã!

  16. Erica disse... 10 de julho de 2012 11:48

    Fofa! Fofa! Fofa! Até mandar parar! Já li tudinho!

  17. Lali disse... 10 de julho de 2012 11:49

    É a minha fic favorita! De todas que já li. Acompanho capítulo por capítulo. E a autora é 10! Responde a todos os reviews q a gente manda. Super demais!

  18. Mariana h. disse... 10 de julho de 2012 12:14

    Eu gostei demais!

  19. Celia Santos disse... 10 de julho de 2012 12:15

    Amei ver Peetniss, assim, juntinho. Meu sonho de consumo!

  20. LuliMel disse... 10 de julho de 2012 13:54

    Eu também penso como você! Enfrento a morte, todos os dias, pois fui diagnosticada com uma doença terminal. E há pelo menos 3 anos venho superando as expectativas dos médicos! Mas isso não me fez mais triste, ou rabujenta. Fiquei sim, mais forte, e disposta a aproveitar todas as oportunidades para viver bem!

  21. Melissa disse... 10 de julho de 2012 15:06

    Adorei.
    tudo a ver com a história do livro a esperança.
    :D
    simplesmente brilhante!

  22. LuliMel disse... 10 de julho de 2012 17:05

    kkkk Não mais sobrio! Mais SOMBRIO!  rsrsrsrsrs

  23. LuliMel disse... 10 de julho de 2012 19:37

    Obrigada, Melissa! Que bom saber que vc gostou!

  24. Luana Santiago disse... 11 de julho de 2012 22:58

    É bonitinha sim, mas Peeniss jamais ficariam tão... açucarados assim. É muito doce pro meu gosto. 

  25. LuliMel disse... 15 de julho de 2012 18:17

    kkkkk Sorry! Passou batido! Li a sinopse um monte de vezes, mas, ao que parece, não foi suficiente. Obrigada por me alertar pelo erro.

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